Associação Médico Veterinária
Homeopática Brasileira

 Normas para trabalhos


1) NORMAS para a ELABORAÇÃO, SUBMISSÃO e PROCESSAMENTO dos RESUMOS EXPANDIDOS


Informamos que os Resumos Expandidos somente serão avaliados após o envio do Comprovante de Depósito e do Comprovante de Pagamento da AMVHB, legível e com a identificação do participante, para o e-mail contato@raquellage.com.

Para a Avaliação e Julgamento, os resumos expandidos dos Trabalhos devem ser enviados para contato@raquellage.com constando como assunto do e-mail “Resumo Expandido IV CBHV”, sob o formato específico (Normas abaixo).


Data Limite para a Remessa dos Resumos: dia 01 de agosto de 2009.

É obrigatória, para a Aceitação e Submissão a análise pela Comissão Julgadora, que o autor principal ou um dos autores do trabalho, esteja regularmente inscrito no 4º CBHV até esta data.

Os Trabalhos que tenham, na AUTORIA, a participação de Médicos Veterinários, serão analisados por uma Comissão Científica composta por Médicos Veterinários.

Os Trabalhos das Áreas de Agronomia, Medicina, Odontologia, Farmácia, Biologia e outras, serão analisados pelas respectivas Comissões profissionais.


ATENÇÃO: NÃO ESQUECER de PREENCHER a FICHA de INSCRIÇÃO do CONGRESSO (todas as categorias profissionais)



NORMAS dos RESUMOS EXPANDIDOS:

  • Limite máximo de 2 páginas, configuração A4, incluindo as referências, Word for Windows, fonte Times New Roman, tamanho 12, em português, espaço simples.
  • Os nomes do autor(s) deve(m) ser em caixa alta (a primeira letra do nome) e baixa (as demais letras), sem vírgula entre o nome e as iniciais; as iniciais não devem ter espaços entre elas (Ex.: Souza A.P.C. & Costa R.R.).
  • As datas da publicação das referências devem vir logo após o último autor (Ex.: Corrêa A.C., Pereira R.S. & Dias A.C. 2003).
  • Na citação da referência no texto, até dois autores, nome e ano, sem vírgula entre eles (Ex.: Pacheco & Silveira 2005); mais de dois autores, usar et al. (Ex.: Ferreira et al. 2004) e devem ser em ordem cronológica (Ex.: Souza et al. 1950, Pacheco & Silva 1993, Oliveira 2003).
  • As referências na Bibliografia, ao final devem ser dispostas seqüencialmente, em ordem alfabética por autor e cronológica e não se deve usar et al., todos os autores devem ser relacionados.
  • O bloco inicial deverá conter: nome dos autores, separados por vírgula entre os autores, título do trabalho em negrito, endereço profissional e e-mail do autor responsável.
  • Estrutura do Trabalho: INTRODUÇÃO, MATERIAL E MÉTODOS, RESULTADOS E DISCUSSÃO, REFERÊNCIAS e TERMOS DE INDEXAÇÃO.
  • Havendo necessidade de incluir figuras, os arquivos devem ser fornecidos separados do texto e com extensão jpg (para o caso de serem publicados).
  • Quadros, quando necessários devem ser auto-explicativos.
  • Gráficos devem ser apresentados em duas dimensões, com colunas nos tons de cinza, branco e preto. Não devem ter fundo nem linhas horizontais.
  • Todos os resumos expandidos enviados ao IV Congresso Brasileiro de Homeopatia Veterinária serão analisados por membros da Comissão Científica do Congresso.
  • A divulgação dos trabalhos aprovados será até o dia 15 de agosto de 2009. Todos os participantes que submeterem trabalhos ao IV Congresso Brasileiro de Homeopatia Veterinária serão oficialmente comunicados por meio de correio eletrônico sobre a aprovação e a relação dos trabalhos aprovados será publicada no site www.amvhb.org.br nesta mesma data.
  • O autor do trabalho aprovado deverá confeccionar e trazer o PÔSTER, para afixar em local específico durante o 4º CBHV (ver Normas para POSTERS na sequência).
  • O 4º CBHV irá proporcionar espaço para a Apresentação Oral de até 8 (oito) trabalhos melhor classificados.
  • Os autores dos trabalhos candidatos a Apresentação Oral, serão contatados pela Organização para se prepararem para a apresentação, nesta oportunidade será divulgado o dia, local e o horário de apresentação dos mesmos. (VER REGRAS ADIANTE)


EXEMPLO:

Daniel A.G.T., Larsson Junior C.E. & Larsson C.E. 2008. Manifestação incomum de escabiose felina. Pesquisa Veterinária Brasileira 28 (Supl.). Departamento de Clínica Médica, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Universidade de São Paulo,
Av. Professor Orlando Marques de Paiva 87, São Paulo, SP 05508-270, Brasil. E-mail: alegtd@yahoo.com.br
Introdução: A escabiose felina, também denominada sarna da cabeça e pescoço ou sarna notoédrica, decorre do parasitismo pelo ácaro da família Sarcoptidae, Notoedres cati. Constitui-se em enfermidade altamente contagiosa, com características antropozoonóticas e ergodermatósicas, transmitida pelo contato, direto ou indireto, com gatos enfermos. Acomete, entre os felinos susceptíveis, principalmente os jovens e imunossuprimidos e, também cães, raposas, coelhos e o próprio homem (Scott et al. 2001). No Brasil, as dermatites parasitárias representam 36,8% da casuística das dermatopatias felinas, sendo que dentre estas a sarna notoédrica é a principal enfermidade com 18,5% dos casos, sobrepujando a sarna otodécica, as pulicioses, a pediculose e a demodicidose (Otsuka & Larsson, 1996). Historicamente, atendem-se 32,8 casos/ano de escabiose felina, principalmente em gatos sem raça definida (78%), de pêlo curto (81,3%), machos (58,3%), com idade de até 12 meses (63,5%), evoluindo em 80,5% dos casos há menos de 90 dias e sem qualquer característica de sazonalidade (Castro et al. 2004). As lesões tegumentares se manifestam por alopecia, espessas crostas castanho-acinzentadas, encimando áreas eritematosas, com abundante hiperqueratose e liquenificação, principalmente na região da cabeça e pescoço. Cursa com intenso prurido, lambedura continua das áreas lesadas, afora evidente linfoadenomegalia satélite. Tais lesões disseminam-se para os pavilhões auriculares, região cervical, membros pélvicos, abdome e períneo (Guaguère et al. 2000, Scott et al. 2001). No homem, a escabiose decorrente do parasitismo pelo Sarcoptes scabiei, pode nos casos crônicos, acometer os espaços interdigitais e dorso dos dedos das mãos; raramente tais lesões se distribuem nas faces palmares, sendo esta forma mais freqüente na chamada sarna norueguesa, caracterizada por crostas espessas, estratificadas, amareladas, bastante aderentes (Bechelli & Curban 1998). Para o tratamento da escabiose felina, atualmente se tem empregado as lactonas macrocíclicas, principalmente as avermectinas (Ivermectina "per os" e selamectina tópica). Ambas são preconizadas para animais acima de três meses de idade, mostrando alta efetividade, com poucas reações adversas, sistêmicas ou tegumentares (Scott et al. 2001, Krautmann 2001). São menos trabalhosas, quanto à aplicação, do que a clássica terapia com os formamidínicos (Amitraz®). No Brasil, se preconiza ainda como terapia adjuvante, o emprego de xampus ou sabões escabicidas à base de monossulfiram (Larsson & Larsson Jr 2006). O escopo do presente trabalho é o de relatar manifestação incomum de lesões crostosas em face palmar das patas, que se assemelham a sarna norueguesa humana, em um gato criado na Capital de São Paulo. Material e Métodos: Um animal da espécie felina, fêmea, de dois anos de idade, foi atendido no Serviço de Dermatologia do Hospital Veterinário da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo com queixa de lesões crostosas, eritema e prurido na região dos coxins dos membros torácicos. O prurido era manifestado através da lambedura e mordedura constante da extremidade dos membros. O proprietário do animal (AGTD, sexo masculino, 24 anos) apresentava lesões pápulo-eritematosas, pruriginosas, disseminadas na face medial dos braços, pernas e abdome. Ao realizar-se o exame físico do animal, foi evidenciado linfoadenomegalia dos submandibulares e poplíteos, eritema, crostas e queratose na região dos coxins palmares dos membros anteriores. Após o exame físico, foi realizado colheita de material para a realização de cultivo micológico (Agar Sabouraud a 25ºC e 37ºC) e exame parasitológico de raspado cutâneo da região dos coxins. Ao examinar o material, oriundo das lesões, foram observados diversos exemplares de N. cati, em todos os campos microscópicos (aumentos de 10x e 40x). Não houve crescimento de dermatófitos ou leveduras no cultivo fúngico. Estabelecido o diagnóstico de escabiose felina, iniciou-se terapia com ivermectina (dose de 0,3 mg/kg), em aplicações subcutâneas, quinzenais, totalizando duas aplicações, complementando-se com banhos com sabonete a base de monossulfiram, a cada 3-4 dias. No retorno do animal, para a aplicação da segunda dose de ivermectina, não se evidenciava prurido, lesões ou mesmo parasitas no exame parasitológico controle. Após 30 dias do início do tratamento, o animal recebeu alta, clínica e parasitológica.
O proprietário foi submetido também, por indicação de um dermatologista humano, à terapia com ivermectina na dose habitual, "per os" com plena recuperação em sete dias.
Discussão e Conclusão: A bibliografia dermatológica veterinária (Guaguère et al. 2000, Scott et al. 2001) enfoca as lesões da sarna notoédrica como sendo bastante características, afetando, na maioria dos casos, a região cefálica (orelhas e face) e cervical do paciente felino, com posterior disseminação para outras regiões corpóreas. As lesões raramente acometem a região dos coxins de per se, sendo esta manifestação pouco freqüente na espécie (Guaguère et al. 2000). Embora rara, a onicomicose dermatofítica, causada pelo M. canis, pode causar, em gatos, lesões podais caracterizadas por paroníquia e onicodistrofia, resultando em quadros que mimetizam a disqueratinização ("Seborréia-símile"), com descamação e crostas proeminentes, também, na região dos coxins digitais (Scott et al. 2001). Porém, nesse caso, o cultivo micológico foi negativo quanto ao crescimento de M. canis ou mesmo de leveduras. Outra enfermidade dermatológica que comumente causa paroníquia com lesões crostosas, eritema e descamação, é o pênfigo foliáceo felino (Guaguère et al. 2000, Scott et al. 2001). Para se diagnosticar cabalmente esta imunopatia, deve ser descartada qualquer outra etiologia alérgica, micótica, bacteriana ou ectoparasitária. No paciente fulcro do relato, a presença dos ácaros sarcoptídeos ao exame parasitológico, os sintomas, as lesões e as manifestações sintomáticas no proprietário, afora a pronta resposta à terapia empregada, permitiu o descarte de outras etiologias. Em humanos, a variedade de escabiose denominada "Sarna Norueguesa ou Sarna crostosa'' tem manifestações sintomato-lesionais similares ao quadro do paciente felino. Acomete mais a região de extremidade de membros no homem, como as mãos e pés, sendo mais comumente encontrada em idosos e pacientes imunossuprimidos. É altamente pruriginosa, e está associada com uma reação cutânea exacerbada ao ácaro. Devido a esta apresentação clínica da escabiose felina, similar à "escabiose crostosa ou norueguesa" do homem, e perante seus aspectos antropozoonóticos, o presente caso se mostrou bastante incomum, merecendo, na óptica dos autores, o presente relato.
Referências: Bechelli L.M. & Curban G.V. 1988. Compêndio de Dermatologia. 6ª ed., Ed Atheneu, p.309-323 - Larsson C.E. & Larsson Jr. C.E. 2006. Farmacologia dermatológica, p.701-728. In: Spinosa H.S., Górniak S.L. & Bernardi M.M. (Ed.), Farmacologia Aplicada à Medicina Veterinária. 4ªed. Guanabara Koogan, São Paulo. - Scott D.W., Miller Jr W.H. & Griffi n C.E. 2001. Small Animal Dermatology. 6th edition. Saunders. p.176-484 - Krautmann M.J. 2001. Safety of selamectin in cats. Vet. Parasithol. 91:393-403 - Castro R.C.C. 2005. Levantamento retrospectivo de casos de escabiose canina e felina, atendidos na Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo, no período compreendido entre 1984 e 2002. . Braz. J. Vet. Res. Anim. Sci., 42(3):135-142.J. Vet. Res. Anim. Sci., 42(3):135- 142. Otsuka M. & Larsson C.E. 2005. Dermatopatias e otopatias de felinos domésticos no Serviço de Dermatologia do Hospital Veterinário da Universidade de São Paulo (1986-1996). Curso de Especialização em Dermatologia Veterinária. 1a ed USP/SBDV. São Paulo.

TERMOS DE INDEXAÇÃO: Gato, Notoedres cati, escabiose, felino.



2) NORMAS PARA A ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE PÔSTER.


  • Dimensões máximas do pôster - 0,90 m de largura e 1,20 m de altura.
  • O texto deve ser legível à distância de, pelo menos, um metro.
  • Sugerimos, na sua elaboração, a inclusão de: TÍTULO, AUTORES, INSTITUIÇÃO DE ORIGEM, RESUMO, INTRODUÇÃO, MATERIAL E MÉTODOS, RESULTADOS, DISCUSSÃO E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS; Para uso efetivo do espaço, disponha o texto, as figuras e as tabelas numa seqüência lógica, buscando facilitar a leitura. As figuras (fotos, quadros, tabelas) devem ser em tamanho condizente, permitindo fácil visão.
  • O(s) autor(s) do(s) trabalho, deverá estar presente junto ao Pôster durante os intervalos do Congresso.
  • O Transporte, Fixação e Remoção do Pôster, ficarão a cargo do autor apresentador do Resumo Expandido, conforme horários definidos pela Comissão Organizadora do IV CBHV.
  • O material para fixação dos pôsteres (fitas adesivas, tesoura, etc.) estará disponível no local e horário da fixação dos pôsteres.
  • A organização do Congresso não se responsabiliza pela integridade dos pôsteres afixados.
  • Ao enviar o trabalho científico você receberá em seu e-mail a confirmação de recebimento e nela deverá constar o número do seu trabalho, portanto NÃO PERCA O NÚMERO DO SEU TRABALHO, ele será fundamental para fixação do pôster e também deverá ser informado para retirada de seu certificado.
  • O certificado será confeccionado com os nomes de todos os autores (conforme o que foi enviado no trabalho) e título do trabalho.
  • A presença do autor responsável pela apresentação do pôster é imprescindível para a entrega do certificado. Somente os autores do trabalho poderão retirar o certificado que será entregue dia 02 de outubro de 2009 após as 10h, na Secretaria Executiva do Congresso.
  • Apenas os trabalhos apresentados na forma oral ou em pôsteres receberão certificados.
  • Só receberão os certificados de apresentação de trabalho aqueles que estiverem com a sua inscrição homologada pela organização do evento.
  • Não será permitida a apresentação por terceiros (não-autores e não-inscritos).



3) NORMAS PARA A ELABORAÇÃO DE APRESENTAÇÃO ORAL.

  1. Os trabalhos selecionados para apresentação oral serão divulgados no site do IV CBHV.
  2. O número máximo de Apresentações Orais possíveis será de 08 trabalhos.
  3. As normas serão divulgadas no site do IV CBHV após a seleção dos trabalhos, visando permitir o máximo de tempo para cada participante.



INFORMAÇÕES GERAIS:

· Será entregue apenas um (01) Certificado por Trabalho constando autores e Título.

· Cada autor responsável poderá apresentar no máximo 3 (três) trabalhos. Como co-autor, no entanto, não existe limite.

· Não serão, a qualquer tempo, fornecidas informações que levaram à recusa do trabalho.

· Os trabalhos deverão ser inscritos por e-mail contato@raquellage.com impreterivelmente até a data de 01 de agosto de 2009.

· O autor que apresentará o trabalho deverá estar inscrito no Congresso até o dia 01 de agosto de 2009 para que seu trabalho possa ser apresentado no congresso.

· A Comissão Científica analisará os trabalhos e aqueles que não estiverem de acordo com as normas ou estiverem sem condições científicas, serão rejeitados. Após o aceite dos trabalhos, Comissão Científica comunicará o autor e este terá um período de 7 dias para que se façam ajustes, se indicados.


OBS.: Caberá à Comissão Científica a decisão de rejeitar ou reencaminhar os resumos encaminhados fora das normas recomendadas aos autores para as correções necessárias, respeitando-se a data limite de 01 de agosto de 2009.


Comissão Científica 4º CBHV:

Med Vet Cláudio Martins Real

Med Vet Mônica Filomena Assis de Souza

Med Vet

Comissão Científica Prêmio AMVHB Excelência Científica:

Composta por 03 Médicos Veterinários.

Nomes sob Sigilo.



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